Nunca existiu uma pessoa como você antes, não existe ninguém neste mundo como você agora e nem nunca existirá. Veja só o respeito que a vida tem por você. Você é uma obra de arte — impossível de repetir, incomparável, absolutamente única. (Osho) 

Imaginar-se um ser único. Você consegue?

Há muitas pessoas que vivem tão em função do que acontece externamente que não se dão por conta de que não extraordinárias, individuais… ÚNICAS!

O fácil acesso diário às mais diversas informações sobre as vidas das pessoas, atualmente, pode influenciar a interpretação de que a sua não tem o mesmo charme, beleza, alegria e glamour. Ao julgarmos nossa existência como sendo inferior à de terceiros, nós nos perdemos da gratidão. Agradecer o que tem e a riqueza do que vive é a porta de acesso para os sonhos, projetos e experiências que você pretende realizar. Perder-se da gratidão significa desviar-se do roteiro desta obra escrita apenas para você.

Imagine este grande filme guiado pela Mão Divina onde cada um de nós é um ator. Se você parar de fazer o que lhe é proposto, por julgar que o cenário da sua interpretação não é tão promissor ou atrativo quanto o de outro ator, certamente parte do desenrolar desta história ficará comprometida. Quantas outras cenas se perderão?

Muita coisa muda de contexto quando realmente absorvemos e assumimos a nossa exclusividade no mundo, porque passamos a compreender que tudo o que nos acontece tem apenas o propósito divino de nos agradar ou desafiar ou enriquecer ou alertar. Fica mais fácil agradecer. Nos tornamos heróis não vítimas. Podemos, então, assumir as rédeas da nossa história que é apenas nossa, de mais ninguém.

Este filme cheio de improvisos diários, ciclos de muitas emoções, outros tantos de calmaria ou desafios intensos está sendo escrito com base apenas em você. Você é a estrela, o protagonista.

Então porque perdemos tempo depreciando nossas experiências? Porque menosprezamos o valor das nossas realidades  – boas ou más – lamentando a ponte a ser ultrapassada ou desprezando um momento mágico porque ele não é semelhante ao de outra pessoa? Enquanto admiramos paralisados ou invejamos o caminho alheio, deixamos de viver o nosso! Perdemos tempo elucubrando comparações e deixamos de aproveitar o que temos na construção do alicerce que nos guiará onde queremos chegar.

Ah… Deixe disso e honre a vida inédita com que Deus lhe presenteou!

A sua participação é de extrema importância! O Diretor conhece todas as suas habilidades e competências. Ele sabe da sua essência e potencial para atuar em alta performance neste cenário onde você se encontra.

Somos seres únicos, mas estamos interligados. Cada personagem desempenha um papel importantíssimo e único neste grande filme. Não compare a sua luz – a tela sem precedentes da sua jornada – com a de mais ninguém. Você é fundamental onde está. A sua marcha alimentará uma cadeia de outras ramificações assim como o seu caminho é nutrido de outros caminhos.

Reconheça as suas peculiaridades e ofereça o seu brilho original aos que lhe rodeiam. Não há imitações. Você é uma obra de arte e foi respeitosamente criado para ser inspirador através das suas superações. Fortaleça o seu poder pessoal através da sua alegria, determinação, coragem e respeito por si mesmo.

Honre o papel que lhe foi designado e construa-o de forma digna.

Honre a sua história!

Eu sou a Carenzita e o convido a praticar o reconhecimento da sua singularidade. Você sentirá quão grandioso é ser você.

Vem comigo!

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Cáren Araujo Proença, a Carenzita
Sou inquieta, inconformada, estou sempre buscando um sentido para tudo que acontece e acredito que as experiências que vivemos têm um propósito maior: o de evoluímos e para servir a outras vidas. Tive uma carreira de longos anos (não me peça para dizer quantos! rsrs) em corporações multinacionais e de educação. Convivi com pessoas com os mais variados humores, valores, posicionamentos, crenças e níveis sociais. No andar da carruagem, o universo decidiu mudar a rota e retirou de sob meus pés muitas bases e certezas sobre as quais eu caminhava. De repente, tudo aquilo que eu "empurrava com a barriga" veio parar na minha frente como uma tarefa sem condição de recusa. Foi uma avalanche sufocante, desafiadora que me fez (e tem feito) exercitar todas os conceitos que eu antes apenas analisada mas não vivenciava. E aí, de assessora executiva, professora universitária, mentora em projetos assistenciais, blá blá blá... eu passei a sobrevivente aprendiz de mim mesma. Não há ponto sem nó. Não há nada no universo que esteja desvinculado do caminho que você tem que percorrer para fazer o que deve ser feito dentro do seu propósito. Então, cá estou eu... ressignificando minha existência e descobrindo quão rica tem sido esta experiência de "virar do avesso".

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